terça-feira, 18 de junho de 2013


Onda de protestos chega a Santa Maria Bandeiras vão além da redução da tarifa de ônibus

Um dia depois de mobilizar cerca de 250 mil pessoas e parar 12 capitais brasileiras, as manifestações se repetiram e se espalharam em várias cidades do país nesta terça-feira e chegaram de forma tímida até Santa Maria.
Um grupo de cerca de 30 pessoas, que se organizaram por meio do Facebook, encarou a chuva intensa, no começo da noite, e realizou uma panfletagem na Praça Saldanha Marinho e em paradas de ônibus no centro da cidade. Para quarta-feira, haverá outra panfletagem na Avenida Rio Branco junto ao Paradão.
Conforme um dos coordenadores do Diretório Central dos Estudantes da UFSM, Alex Monaiar, que faz parte do grupo, a intenção é debater "todas as variáveis" em torno do transporte público gratuito: preço e, principalmente, a planilha que define o valor da passagem, que é avaliada pelo Conselho Municipal de Transportes na análise dos cálculos da tarifa. Uma grande passeata está sendo organizada para sábado por meio de iniciativas particulares, mas com apoio oficial do DCE, da Seção Sindical dos Docentes da UFSM (Sedufsm), entre outras entidades de classe.
Por trás de todas essas manifestações, cientistas políticos são unânimes em dizer que há um desconforto com os sucessivos casos de corrupção, a exemplo do Mensalão, o temor pelo retorno da inflação, além dos problemas crônicos nas áreas de transporte, saúde, educação e da segurança pública. Um cenário ainda mais agravado pela elevada carga tributária brasileira.
A origem desse protesto coletivo que se espalhou em território nacional desde o começo da Copa das Confederações foi uma mobilização pacífica realizada em Porto Alegre, ainda no começo do ano, que pedia a redução da tarifas passagem de ônibus.

Confira a agenda:QUINTA-FEIRA
- A partir das 17h, está prevista um debate na Praça Saldanha Marinho. A partir das 18h, deve ocorrer uma passeata pacífica
- O Batalhão de Operações Especiais (BOE) e fiscais da Gerência Municipal de Trânsito (GMT) vão acompanhar
SÁBADO
- Concentração, a partir das 10h, na Praça Saldanha Marinho. A passeata sai às 11h30min e percorre a Avenida Rio Branco e Acampamento
- O Batalhão de Operações Especiais (BOE) e fiscais da Gerência Municipal de Trânsito (GMT) devem acompanhar a manifestação

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Celebridades posam com olho roxo pedindo por mudanças no Brasil Imagens fazem parte do projeto Dói em Todos Nós, do fotógrafo Yuri Sardenberg

Celebridades posam com olho roxo pedindo por mudanças no Brasil Yuri Sardenberg/Divulgação
Foto: Yuri Sardenberg / Divulgação
Na noite de domingo, celebridades como Thaila Ayala (acima) postaram fotos nas redes sociais com o olho roxo em referência à repórter do jornal Folha de S. Paulo Giuliana Vallone, que teve o olho atingido por uma bala de borracha ao longo das manifestações em São Paulo.


As imagens foram feitas pelo fotógrafo Yuri Sardenberg, como parte do projeto "Dói em Todos Nós". Celebridades como Mayana Neiva, Yasmin Brunet e Paulo Vilhena se manifestaram nas redes sociais com as hashtags "muda Brasil" e "dói em todos nós", clamando por mudanças no país.
 
— Vivi muitos anos metendo o pau no que achava que estava errado nesse país, na nossa política, criticando e sentindo falta de fazer algo a mais, sentindo falta de atitude da população, de nós brasileiros acomodados. O país do futebol e carnaval, do "tudo tem um jeitinho", da malandragem! Me senti enojada e envergonhada muitas vezes e agora sinto repulsa de toda essa sujeira e maquiagem feita o tempo todo no nosso país. Principalmente do que esta acontecendo agora! Tenho pena das pessoas que não tem informações, nada além dessas notícias deturpadas e que ainda acham que tudo isso é arruaça por 20 centavos! Acorda, Brasil! Essa é nossa chance de mudar, de crescermos, de brigarmos por uma educação decente, saúde, segurança —, escreveu Thaila Ayala no Instagram.

Manifestantes programam mais de 70 protestos pelo Brasil nesta semana Ativistas usam as redes sociais para mobilizar os simpatizantes da causa

A série de protestos que toma conta das ruas do Brasil nas últimas semanas deve continuar a partir desta segunda-feira. Organizados pelas redes sociais, os eventos são ampliados dia a dia através da internet.
Sites apontam mais de 70 atos marcados para esta semana - só nesta segunda, pelo menos 13 cidades devem ter mobilizações. Todos seguem o mesmo tom: a luta por um transporte público de qualidade e contra a intolerância policial. Até uma cartilha com dicas para os participantes está sendo compartilhada. Entre as orientações, o registro das ações e o uso de roupas impermeáveis para proteção contra gás lacrimogêneo.
Em Porto Alegre, a primeira das capitais a registrar movimentos contra o aumento nas passagens de ônibus, um novo protesto está marcado para esta segunda-feira. Novo Hamburgo, no Vale do Sinos, também deve ter mobilizações no final da tarde, com concentração na Praça do Imigrante. Na quinta-feira, é a vez de manifestantes saírem às ruas em Pelotas, Rio Grande, Santa Maria e Bagé.
Outra capital que aderiu aos movimentos contra o aumento nas tarifas do transporte público e à repressão da polícia foi São Paulo. Ao longo das últimas semanas, a onda de insatisfação tomou conta das ruas e registrou cenas de violência. A cidade deve ter novo protesto a partir das 17h desta segunda. A previsão dos organizadores é reunir mais de 220 mil pessoas.
Seguindo os passos de Porto Alegre e São Paulo, o Rio de Janeiro também deve aderir à mobilização na segunda-feira. Neste domingo, um conflito com a polícia ofuscou o jogo entre Itália e México, no Maracanã. O Batalhão de Choque usou bombas de efeito moral e spray de pimenta para dispersar o grupo que, até então, fazia um protesto pacífico.
Apoio vem de fora
Brasileiros que moram no Exterior também mostraram indignação e foram às ruas para apoiar os movimentos. A mobilização ocorreu em pelo menos quatro países.
Em Montreal, no Canadá, cerca de 150 pessoas se reuniram e caminharam do centro da cidade até a frente do consulado brasileiro. Outros atos foram registrados na Alemanha, Irlanda e Estados Unidos.
Em uma página do Facebook, manifestantes organizam mobilizações em mais de 50 cidades de todo o mundo.
Da internet para as ruas
Através do Facebook, um grupo organizou o movimento #VempraJanela que convida todos os brasileiros solidários aos atos a colocarem panos brancos nas janelas de casa. Usando a mesma rede social, os adeptos podem enviar fotos mostrando que aderiram a campanha da chamada "Segunda-feira branca".

terça-feira, 11 de junho de 2013

Primeiras mortes por gripe A são confirmadas no Estado Um homem e uma mulher, ambos de grupo de risco e não vacinados, morreram em Santa Cruz do Sul

A 13ª Coordenadoria Regional de Saúde, sediada no Vale do Rio Pardo, informou nesta terça-feira a morte de duas pessoas vítimas de gripe A em Santa Cruz do Sul. São os dois primeiros casos confirmados neste ano no Estado. Até o último relatório, divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde na quinta-feira passada, não havia registro de mortes pelo vírus H1N1.

Mapa: as cidades gaúchas onde já foram registradas mortes desde 2009
De acordo com o Hospital Santa Cruz, as infecções de um homem de 53 anos, que morreu no dia 2 de junho, e de uma mulher de 58 anos, que veio a óbito nesta segunda-feira, foram confirmadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen). As vítimas pertenciam ao grupo de risco, por terem doenças preexistentes, e não haviam sido vacinadas.

— A situação está sob controle e não há motivos para pânico, principalmente porque em Santa Cruz 97% da população-alvo foi vacinada — salientou, em entrevista coletiva, o coordenador regional de Saúde, Paulo Gomes.

Em Santa Cruz do Sul, há outros três casos confirmados de gripe A. Dois são de pessoas que foram medicadas e liberadas do hospital, e o terceiro é de um homem que está internado na UTI.

Gomes ainda reiterou o apelo à prevenção para coibir a disseminação do vírus da gripe A, tais como higienizar as mãos com freqüência, evitar ambientes com aglomeração e ventilar os ambientes.
MORTE POR GRIPE
Em janeiro, foi confirmada a morte de uma mulher de 86 anos, em Porto Alegre, mas ela foi vítima do vírus H3N3. Portanto, até nova atualização dos dados da Secretaria Estadual de Saúde, há apenas duas mortes por H1N1 este ano no Estado.

TIRE SUAS DÚVIDAS

Resfriado e gripe são a mesma coisa? Não. O resfriado geralmente é mais brando do que a gripe e pode durar de dois a quatro dias. Também apresenta sintomas relacionados ao comprometimento das vias aéreas superiores, mas a febre é menos comum e, quando presente, é de baixa intensidade. Outros sintomas também podem estar presentes, como mal-estar, dores musculares e dor de cabeça. Assim como na gripe, o resfriado comum também pode apresentar complicações como otites, sinusites, bronquites e até mesmo quadros mais graves, dependendo do agente que está provocando a infecção.

Qual a diferença da gripe comum para a gripe A? Em agosto de 2010, a Organização Mundial de Saúde (OMS) indicou que o vírus H1N1, responsável pela gripe A, manteria em circulação, apresentando comportamento de vírus sazonal. A ocorrência de casos da doença é esperada. O monitoramento no Estado confirma a indicação da OMS: a circulação do vírus da Influenza A H1N1 não se caracteriza como uma situação atípica no cenário do inverno gaúcho, sendo mais um agente, entre vários, que causam doenças respiratórias agudas.

Existe só um tipo de vírus da gripe A?Não. Além do H1N1, outro vírus influenza A que também está circulando pelo mundo é o H3N2. A vacina contra a gripe protege tanto contra o H1N1 como contra o H3N2, além de também oferecer proteção contra influenza B.
Fonte: Secretaria Estadual da Saúde

Renata Ravanello, penúltima internada devido ao incêndio na boate Kiss, receberá alta Jovem deixará o hospital, em Porto Alegre, após mais de quatro meses internada

A noite de segunda-feira foi excelente para Renata Pase Ravanello, seus familiares, amigos, e a todos que torcem pela jovem de 25 anos.
Ela foi informada pela equipe médica do Hospital de Clínicas, em Porto Alegre, que receberá alta nesta quarta ou, no máximo, na quinta-feira.
Renata é a penúltima paciente hospitalizada que receberá alta devido o incêndio na boate Kiss, em janeiro deste ano.
No Hospital Mãe de Deus, também na Capital, segue internada Ritchieli Pedroso Lucas, 19 anos, ainda sem previsão de deixar a instituição.
O Diário de Santa Maria conversou com Renata nesta terça-feira. A jovem é funcionária da prefeitura de Júlio de Castilhos e pós-graduanda em Direito do Trabalho não esconde a felicidade em deixar o hospital, mas ela reforça que seguirá os tratamentos em Santa Maria.
'Só posso dizer que estou feliz'
Diário de Santa Maria - Como você recebeu essa notícia?
Renata -
Não poderia estar mais feliz. Muito contente em saber que vou poder voltar para casa, rever os amigos, familiares... Realmente é uma emoção muito grande.
Diário de Santa Maria - O que você espera encontrar quando sair?
Renata
- Literalmente, retomar minha vida. Sei que os tratamentos deverão seguir, e que os procedimentos serão a longo prazo. Mas vou fazer tudo como deve.
Diário de Santa Maria - E quanto as expectativas de uma nova vida?
Renata
- É tudo muito novo. Sei que tudo mudou, mas não sei como vai ser agora, é meio estranho... Só posso dizer que estou feliz, apesar de ainda ter algumas dificuldades.

Protesto contra tarifa tem confronto, depredações e detidos em SP É o 3º dia de protestos violentos desde reajuste; 20 pessoas foram presas. Manifestantes quebraram agências bancárias e atearam fogo a ônibus.

Manifestantes voltaram a ocupar ruas e avenidas da região central de São Paulo nesta terça-feira (11) em protesto contra o aumento da tarifa de ônibus. Eles quebraram ônibus, agências bancárias e uma estação do Metrô e picharam veículos e prédios públicos. Houve confronto com a polícia, que utilizou balas de borracha, bombas de gás lacrimogêneo e gás pimenta. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, 20 pessoas foram detidas – 18 foram levadas ao 78º Distrito Policial, nos Jardins, e duas ao 1º DP, na Liberdade. A fiança foi arbitrada em R$ 20 mil para cada um dos presos.
Ao menos dois PMs ficaram feridos, de acordo com a SSP. Outras duas pessoas foram atropeladas por um automóvel que forçou a passagem após o bloqueio de uma das vias. O atropelador fugiu.
A PM estima que 5 mil tenham participado dos protestos. Cerca de 400 homens da corporação foram destacados para a região central da cidade. Este é o terceiro dia de manifestações convocadas pelo Movimento Passe Livre. Na semana passada, os protestos também terminaram em vandalismo, confronto com a polícia e prisões.
A manifestação teve início por volta das 17h na Praça do Ciclista, na Avenida Paulista. Os manifestantes desceram a Rua da Consolação em direção ao Centro. Eles tentaram fechar o Corredor Norte-Sul, uma das principais vias da cidade, mas a Polícia Militar impediu o avanço do grupo em direção à Avenida 23 de Maio. O grupo, então, se dirigiu à Praça da Sé e ao Parque Dom Pedro. Segundo a PM, houve confronto quando manifestantes tentaram entrar no terminal de ônibus para depredar veículos. A polícia atirou bombas para dispersar manifestantes na Praça da Sé. Apesar da ação da polícia, a multidão deixou um rastro de pichações e destruição em agências bancárias, ônibus, prédios públicos e privados. O grupo de manifestantes se dividiu e passou a realizar protestos simultaneamente na região da Paulista e na região central. Foram quase seis horas de protesto nesta terça. Os manifestantes só dispersaram pouco antes das 23h, quando houve um último confronto com a PM e começou a chover na região da Paulista.
"Acredito que foi o dia mais violento, pela intensidade e pela animosidade dos manifestantes, o ânimo deles, desde o início, de insultar os policiais", afirmou o tenente-coronel Marcelo Pignatari, da PM. Segundo o oficial, os manifestantes atiraram fogos de artifício e coqueteis molotov contra os policiais. "Pessoas que querem defender uma ideia contra o aumento da tarifa não trazem esses acessórios", disse.
Um integrante do Movimento Passe Livre que se identifica apenas como Marcelo disse que os ataques começaram após a repressão policial contra os manifestantes no Parque Dom Pedro. "Antes disso, houve alguns pequenos focos de conflito sem importância. Não teve nada disso antes de a polícia iniciar a repressão", afirmou. De acordo com ele, o movimento se dividiu em vários grupos e passou a atuar sem um comando central. Ele disse que O MPL não assume a responsabilidade pelos ataques a ônibus e prédios públicos. "Com mais de 15 mil pessoas, não dá para controlar."
Reunião
O MPL, que já programou um novo protesto para quinta (13) em frente ao Theatro Municipal, disse ter protocolado um pedido de reunião com a prefeita em exercício nesta quarta-feira (12), com pauta única: a revogação do aumento da tarifa de ônibus, que em 2 de junho passou de R$ 3 para R$ 3,20.
Já o Ministério Público de São Paulo informou que organiza também nesta quarta uma reunião com representantes do grupo que faz atos contra o aumento das tarifas. A Secretaria Municipal de Transportes (SMT) disse que vai enviar um representante, já que o secretário Jilmar Tatto não irá comparecer.
Segundo o MPL, “todo aumento de tarifa é injusto e aumenta a exclusão social”. O aumento de 6,7%, no entanto, ficou abaixo da inflação no período – a tarifa dos ônibus, por exemplo, custava R$ 3 desde janeiro de 2011. Caso fosse aplicado o reajuste da inflação acumulada no período pelo IPC/Fipe, o novo valor seria de R$ 3,40, segundo a Prefeitura.
Antes do anúncio da nova tarifa, o prefeito Haddad disse que fez "um esforço para o menor reajuste possível".
“Uma coisa é movimento, tem que ser respeitado, ouvido, dialogado. Outra coisa é vandalismo, é você interromper artérias importantes da cidade, tirar o direito de ir e vir das pessoas, depredar o patrimônio público que é de todos. Isso não é possível, aí é caso de polícia e a polícia tem o dever de garantir a segurança das pessoas”, declarou.
Apesar da distância, Alckmin e o prefeito Fernando Haddad prometeram acompanhar os protestos.
Rastro de destruição
Na quinta e na sexta passadas, com o lema “Se a tarifa na baixar, a cidade vai parar”, o grupo percorreu diversas vias importantes e prejudicou o trânsito na cidade.
Segundo informações do Metrô, os atos de vandalismo da semana passada resultaram em um prejuízo avaliado em R$ 73 mil, quando 16 pessoas foram presas por conta dos protestos. Na sexta, de acordo com a CET, a capital chegou a registrar 226 km de vias congestionadas.
Em nota, o Movimento Passe Livre afirmou que “não incentiva a violência em momento algum de suas manifestações, mas é impossível controlar a frustração e a revolta de milhares de pessoas com o poder público e com a violência da Polícia Militar”.
Ônibus pichado no centro de São Paulo durante o protesto. (Foto: Julia Basso Viana/G1)Ônibus é pichado no centro de São Paulo (Foto:
Julia Basso Viana/G1)
O movimento é composto em sua maioria por estudantes e defende o transporte público gratuito. As primeiras manifestações do grupo em São Paulo contra reajustes ocorreram em dezembro de 2006. À época, a passagem dos ônibus tinha aumentado de R$ 2 para R$ 2,30, e a do Metrô de R$ 2,10 para R$ 2,30.

O Ministério Público de São Paulo informou que irá instaurar inquérito civil público contra os responsáveis pelo quebra-quebra na capital durante os protestos. A Promotoria pretende identificar e responsabilizar legalmente os manifestantes que depredaram patrimônios públicos e privados e causaram congestionamentos.

Dia de protestos
Mais cedo, nesta terça, policiais civis realizaram um protesto por aumento salarial e melhores condições de trabalho no vão livre do Masp. De acordo com o Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo (Sipesp), os policiais reivindicaram a reestruturação das carreiras policiais e o cumprimento da lei promulgada em 2008 que garante o salário base de um concursado de nível superior.
Participaram também do protesto desta tarde servidores estaduais da Saúde, que assim como os policiais civis pedem aumento salarial. Uma assembleia geral deve acontecer em julho com outras entidades da categoria para a unificação da pauta de reivindicações, que será entregue a Alckmin. Caso não cheguem a um acordo até o fim do mês de julho, os policiais ameaçam entrar em greve a partir de agosto.

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